Reforma Previdenciária, volume 1: contribuições

fevereiro 20, 2019


E aí pessoal?

Voltamos com tudo!

Hoje inauguramos uma nova série sobre a Reforma da Previdência.

E vamos começar falando sobre as alterações na contribuição previdenciária, que passará a ser variável.

Na prática, as alíquotas do Regime Geral de Previdência Social (RGPS) e do Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) passarão a ser calculadas em faixas, assim como atualmente ocorre com o imposto de renda.

Vamos conferir essas mudanças:



No Regime Geral de Previdência Social, portanto, há uma redução na contribuição de todos os trabalhadores. Ou seja, os trabalhadores do RGPS recolherão mensalmente uma contribuição previdenciária menor que a atual, mesmo que a alíquota máxima suba de 11% para 11,68%.

No Regime Próprio de Previdência Social, por outro lado, haverá uma redução na contribuição previdenciária de todos aqueles que recebem menos de R$ 5.839,45, e um aumento na contribuição de todos aqueles que recebem mais do que 5.839,45. Os mais atingidos, nesse caso, serão aqueles que ganham pequenas fortunas: juízes, promotores, auditores fiscais, delegados e médicos.

Nesse aspecto, é preciso lembrar que aqueles que entraram no serviço público depois de 2013 já se aposentam com base nas regras do Regime Geral de Previdência Social, de modo que a eles se aplica a primeira tabela.

Além disso, não se esqueça de que verbas indenizatórias (auxílio-alimentação, vale-transporte, diárias) não entram na base de cálculo da contribuição previdenciária.



Aproveite a visita e confira:

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